
“Se a gente às vezes pensa e vem com uma sensação de que imigrante é vítima, nós estamos equivocados. Não é bem assim. De vítima tem a História deles, lá, no país deles. Mas a partir do momento que ele se move e que ele vem buscar algo melhor, recriar suas vidas, isso já faz toda a diferença. A vítima já ficou para trás. Ele é uma pessoa com muito dinamismo, com muita força e coragem”, diz a assistente social da Missão Paz, organização que recebe refugiados e outros imigrantes em São Paulo.
Confira a matéria da TV Folha, publicada em 12 de outubro de 2014.

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